quarta-feira, 3 de junho de 2009
No diversificado mercado brasileiro de motos custom, com modelos que vão de 150 a 2.300 cm³, a Yamaha lança no país a XVS 950 Midnight Star, estradeira de quase 1000 cc que foi uma das grandes atrações da marca nipônica no Salão de Motos de Colônia, na Alemanha, que aconteceu no final de 2008.
O modelo, projetado para cativar um público mais jovem -- e com uma polpuda conta bancária -- vai substituir a Drag Star 650, carburada que não atendia à terceira fase do Promot.
A Midnight Star impressiona pelo porte, visual, conforto e tecnologia de ponta, além de um robusto motor de dois cilindros em "V".
A produção mensal, no Polo Industrial de Manaus (AM), será de 400 unidades, com preço inicial de R$ 34.600. Agora, a Midnight Star é a única custom comercializada pela Yamaha no Brasil.
Midnight Star tem visual moderno e motor V2 de 53,6 cv, mas custa caro: a partir de R$ 34.600Seguindo a tradição custom, a marca adotou um propulsor V2 a 60 graus, porém com pistões forjados e com tratamento cerâmico nos cilindros -- tecnologia já utilizada em modelos mais esportivos da marca. Com 942 cm³ de capacidade, o motor da XVS 950 conta com alimentação por injeção eletrônica e arrefecimento a ar.
O propulsor gera 53,6 cv de potência a 6.000 rpm e torque de 7,83 kgfm a 3.000 rpm. Na prática, o V2 da Midnight Star oferece força desde as baixas rotações. Trabalha de forma linear, entregando força e potência gradativamente, sem trancos ou sustos para o motociclista.
Agora, se o piloto girar o acelerador com vontade, as respostas serão rápidas e precisas. Ao guidão da XVS 950, o piloto terá a nítida impressão que está no comando de uma custom de média cilindrada.
MIDNIGHT STAR
Outro destaque é o câmbio de cinco velocidades, com engates precisos e suaves, que foi projetado para acentuar as características do novo propulsor. A quinta marcha da XVS 950 não é exatamente uma overdrive, porém foi projetada pela engenharia da Yamaha para oferecer mais conforto em uma velocidade de cruzeiro (120 km/h). Para transferir a potência do motor para a roda traseira, a Yamaha convocou uma velha conhecida dos proprietários de Harley-Davidson, a correia dentada reforçada com kevlar e fibra de carbono, que tem maior vida útil e menor manutenção se comparada à tradicional corrente.
CICLÍSTICA A nova custom da Yamaha tem quadro berço duplo, que conseguiu um bom equilíbrio entre agilidade e facilidade para manobras. Além de grande rigidez longitudinal, o que representa mais conforto em uma longa viagem.
Para os pilotos de baixa estatura o assento da Midnight Star está a apenas 67,5 centímetros do chão, o que reflete em maior segurança, já que as manobras em baixas velocidades podem ser realizadas com maior desenvoltura. A moto tem uma distância entre-eixos de 1,68 m, o que permite uma posição de pilotagem bem relaxada, com os pés e mãos posicionadas à frente, sem exageros.
O guidão aberto e os bancos individuais também proporcionam uma dose a mais de conforto. Para aumentar a sensação de bem-estar, o piloto apoia seus pés em generosas plataformas e conta com um pedal próximo do calcanhar esquerdo para auxiliar nas reduções de marcha.
Porém, se a curva for muito fechada, certamente a pedaleira irá ralar no asfalto.
FICHA TÉCNICA
Yamaha XVS 950 Midnight Star
Motor: Dois cilindros em V a 60º, quatro tempos, refrigerado a ar.
Potência: 53,6 cv a 6.000 rpm.
Torque: 7,83 kgfm a 3.000 rpm.
Diâmetro x curso: 85 mm x 83 mm. Taxa de compressão: 9,0:1.
Cilindrada: 942 cm³.
Alimentação: Injeção eletrônica. Partida elétrica.
Câmbio: Cinco velocidades com transmissão final por correia dentada.
Chassi: Berço duplo de aço.
Suspensão: Dianteira por garfo telescópico, com 41 mm de diâmetro e 135 mm de curso; traseira por monoamortecedor com 110 mm de curso.
Freios: Dianteiro a disco simples de 320 mm; traseiro a disco simples de 298 mm.
Pneus: 130/70 x 18 M/C 63H (dianteiro); 170/70B x 16 M/C 75H (traseiro).
Dimensões: 2435 mm (comprimento), 1.000 mm (largura) x 1.080 mm (altura); 1685 mm (entre-eixos); 675 mm (altura do assento ao solo); 145 (altura mínima do solo).
Tanque: 17 litros.
Peso: 261 kg.
Preços e cores: R$ 34.600 (preta) e R$ 34.900 (vermelha).No conjunto de suspensões da marca Kayaba a receita é simples: garfo telescópico na dianteira (41 mm de diâmetro e 135 mm de curso) e monoamortecimento na traseira (110 mm de curso).
No sistema de freios, vai o básico: disco simples em ambas as rodas, de 320 mm na dianteira e 298 mm na traseira. A estradeira da Yamaha está calçada com largos pneus 130/70 x 18 (dianteira) e 170/70 x 16 (atrás).
CLÁSSICA CONTEMPORÂNEA No primeiro contato com a Midnight Star fica clara a preocupação da marca dos três diapasões com o conforto e com a segurança, principalmente na estrada. As suspensões copiam bem as imperfeições do asfalto. Já os freios estão de acordo com sua proposta touring e respondem com eficiência quando acionados. Seguindo o estilo "low and long" (baixa e longa), o desenho da Midnight Star pode ser definido como escola norte-americana, com traços requintados do design italiano. Um bom exemplo deste refinamento de formas é o tanque de combustível -- aparentemente pequeno e compacto --, que tem capacidade para 17 litros de combustível. A Midnight Star traz ainda piscas com capa transparente, rodas de liga-leve em tons prata e preto e cromados em várias partes da moto compõem o visual da nova estradeira da Yamaha.
Já na saída de escape, uma única ponteira cromada saindo pela lateral direita da moto, que conta com catalisador.O painel sobre o tanque traz informações básicas: velocímetro e luzes espia.
A pequena tela de LCD, com regulagem de brilho, oferece ao motociclista um hodômetro total, dois parciais, fuel trip e relógio. Detalhe: o ajuste da iluminação é operado por um interruptor no punho do lado esquerdo, permitindo que o piloto aumentar ou diminuir o brilho da exposição do LCD.
A ignição da XVS 950 fica logo a frente do guidão, sobre o corpo do farol que está pintado da cor da moto, em vez do miolo da chave estar na lateral da coluna de direção ou ao lado do motor, como em outros modelos custom.
A Yamaha informa ainda que já estuda a fabricação de uma linha de acessórios para sua nova estrela.
CONCORRÊNCIA Analisando mercadologicamente o lançamento da Yamaha, a Midnight Star (R$ 34.600) está posicionada exatamente entre a Suzuki Boulevard M800 (R$ 32.900) e a Harley-Davidson Dyna (R$ 39.900). Comparações à parte, quem sai ganhando é o motociclista brasileiro que tem mais um bom produto para curtir uma viagem com todo conforto, segurança e no melhor estilo estradeiro.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
YAMAHA XTZ 250 "X"

No melhor estilo SUPERMOTAR, Yamaha XTZ 250 X traz visual agressivo e apresenta como diferenciais aros 17 polegadas em alumínio calçados com pneus esportivos, lanterna traseira com LED´s, além de acabamento em preto fosco.
Confira todos os detalhes da nova XTZ 250 X.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Uma grande pedida
Desenvolvida com o mesmo motor da superesportiva Yamaha YZF-R6, a FZ6 S unifica dois quesitos básicos no segmento das duas rodas: desempenho e conforto.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
YAMAHA XTZ 125"X"

A supermotard da Yamaha chamou atenção por onde passou.
Detalhe da balança traseira da XTZ 125X, pintada de preto , outra preocupação dos potenciais proprietários recai sobre o consumo. Com o litro da gasolina custando R$ 2,50, até mesmo nas motocicletas esse item conta na hora de escolher qual comprar.
CAPACETE - Inmetro Sugere
O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) irá decidir quais medidas adotará para coibir o comércio clandestino de selos de certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).
Nem o Detran e nem o Inmetro souberam explicar porque não foram criados mecanismos para que os motociclistas que perderam, retiraram ou não possuem o selo pudessem se regularizar. quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
SP Anuncia Proibição
A única exceção será o trecho final da Marginal Pinheiros no sentido Interlagos, onde não há divisão de pista expressa e local. “As medidas visam à segurança e o bem-estar dos 650 mil motociclistas que circulam diariamente na capital”, explicou o prefeito.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Trail no Asfalto
Nada de mudanças muito caras ou complicadas. Transformar uma trail em uma supermotard é fácil e garante diversãoQuem roda em qualquer cidade brasileira já sabe: nossas ruas e avenidas têm tantos obstáculos quanto às estradas de terra. Para enfrentar essas "trilhas urbanas" a moto ideal deve ser leve e com suspensões de curso longo, uma trail. Mas se você não quer perder o prazer da agilidade no asfalto, de deitar nas curvas e raspar as pedaleiras no chão, sua moto então é uma supermotard.
As supermotards vêm de uma idéia simples: equipar motos trails com rodas menores e pneus street, para asfalto. Mudanças que, além de conferir um visual mais radical, mudam a pilotagem, e muito.

Das pistas para as ruas
A moda surgiu nas pistas para descobrir quem era o melhor piloto: o campeão da motovelocidade ou o do motocross. Mas muitos motociclistas urbanos gostaram da idéia de ter uma moto off-road para usar no asfalto. E as supermotard ganharam as ruas de todo o mundo pois, com as modificações, a pilotagem de uma trail fica mais divertida.
As modificações aproveitam-se do baixo peso e também da ciclística ágil das trails que, com seu pequeno ângulo de cáster, fazem mudanças bruscas de direção facilmente. Rodas menores, de 17 polegadas, são instaladas na frente e atrás e calçadas com pneus mais largos e com desenho street, para maior aderência no asfalto. Além disso, a suspensão dianteira é "endurecida" usando fluido de maior densidade, possibilitando pilotagem mais esportiva.
O enorme aro de 21", originalmente utilizado na dianteira das trails, dificulta deitar a moto devido ao seu grande efeito giroscópico.Esse efeito é o que mantém a moto "em pé", pois a roda girando mantém o equilíbrio da moto em movimento. Por isso, uma roda maior tem maior efeito giroscópico e faz com que a moto "resista" mais para deitar nas curvas. Ao colocar um aro menor, esse efeito diminui. Fica mais fácil deitar a moto e as curvas podem ser contornadas com maior agilidade e velocidade. Na traseira (normalmente com aro de 18"), se usa uma roda um pouco menor, de aro 17", como na dianteira.
No Brasil
O Supermotard chegou ao Brasil há cerca de quatro anos. No começo, foram realizadas algumas
provas de demonstração. Depois surgiram associações de supermotard, primeiro no interior de São Paulo. Aconteciam alguns cursos de pilotagem e a mania se espalhou.Até que em 2005, a Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) realizou um Campeonato Brasileiro da modalidade em cinco etapas (leia box). Já no primeiro ano, contou com cerca de 40 participantes.
Além disso, as supermotards estão conquistando as ruas do País. Não é difícil ver uma Yamaha XT 600E com aros 17" e pneus esportivos rodando pela cidade. Outras preferidas vão das antigas Honda, além das Yamaha DT ou as XT 225. Muitos motociclistas aproveitam também para incrementar o visual com um novo farol e pintura personalizada. Enfim, tudo para ter uma moto diferente: simples de ser feita e divertida de se pilotar.
Onde surgiu
O surgimento da supermotard é uma questão controversa. A versão mais aceita é que começou nos anos 70, nos Estados Unidos, quando foi criado um desafio para descobrir quem era o melhor piloto de moto. Os campeões de diversas categorias - da motovelocidade ao motocross - foram para uma pista mista, de terra e asfalto, para a prova de fogo. Dessa primeira vez uma grande variedade de motos se enfrentaram: desde superesportivas até motos off-road. A idéia não pegou, mas plantou sementes. Na França, outros "malucos" decidiram manter o desafio, mas desta vez com motos adaptadas. Nascia o supermotard como existe hoje: motos trail com rodas menores e pneus street. Da França a modalidade ganhou a Europa e o mundo. A Federação Internacional de Motociclismo (FIM) já realiza um Campeonato Mundial e chama de Supermoto. O nome, aliás, é outra questão. Em francês, supermotard significa super motociclista, super piloto. Mas assim como a FIM, a Confederação Brasileira utiliza o nome "Supermoto".
De série
Na Europa, as supermotos fazem tanto sucesso que, há alguns anos, as fábricas oferecem modelos de série já "modificados". Yamaha e Suzuki já vendem supermotards de série. A Yamaha, por exemplo, lançou em 2004 duas versões da usa nova XT 660: a "R", trail à venda no Brasil; e a "X", supermotard que não veio para nosso mercado. E, na Europa, a Yamaha comercializa kits para transformar a XT 660 R em supermoto. Por enquanto no Brasil apenas a supermoto Gas-Gas SM 450 é comercializada. Mas várias oficinas já se especializam em transformações, nas quais se gasta entre R$ 3.000 e R$ 8.000 (ou mais, dependendo de acessórios e "decoração").
Nova modalidade
No início era uma brincadeira para ver quem seria o melhor piloto no asfalto e na terra. Com o sucesso, a brincadeira virou uma nova modalidade. As provas são disputadas em circuitos que mesclam asfalto (70%) e terra (30%) com alguns saltos, como no motocross. Este ano, a CBM organizou o primeiro campeonato nacional com cinco etapas e as motos divididas em quatro categorias: SM1 Motos Trail/Motocross especiais para prática do esporte, acima de 125cc 2T ou 300cc 4T; SM2 Motos nacionais Trail acima de 181cc 2T ou 351 4T, e especiais Enduro/Motocross de 125cc 2T ou até 300cc 4T; SM3 Motocicletas nacionais Trail até 180cc 2T ou até 350cc 4T; SMJR Para pilotos nascidos após 1990, com motos Trail/Motocross 2T até 85cc ou 4T até 125cc.
Mudanças
As principais mudanças para transformar uma trail em supermotard. Rodas e pneus: São instaladas rodas raiadas aro 17" na frente e atrás. As rodas são calçadas com pneus street de perfil mais baixo. Suspensão: Para pilotagem mais esportiva no asfalto, os preparadores colocam óleo mais espesso na suspensão dianteira , "endurecendo" o conjunto. Os flexíveis de freios são substituídos por modelos aeroquip. Carburação: como o objetivo é diversão, nada melhor que algumas alterações na carburação e escape, para dar uma "envenenada" na sua supermotard. Relação: Geralmente a relação é "encurtada" com uma coroa maior, para ter melhor arrancada e ajudar em manobras radicais.
Seguro Fácil YAMAHA

LOUCURA
A partir de uma HD Softail totalmente original, Metal Motos construiu a “Insanity”, um sonho customizado.Os irmãos Alexandro dos Santos, o “Bulldog”, e André dos Santos – ambos de São José dos Campos (SP) – resolveram ir a um encontro de motociclistas em Jundiaí (SP). Naquele evento fizeram contatos e amizades com vários integrantes de moto clubes e conheceram diversos tipos de motocicletas.
Por meio desta experiência, a paixão dos dois pelo universo das duas rodas só fez aumentar – e os irmãos começaram a fazer acessórios para suas próprias motos. Não demorou muito e o hobby virou profissão: em 2004 fundaram a Metal Motos, empresa de São José dos Campos que tornou realidade os sonhos de muita gente.
É o caso de Arthur Monfredini, que encomendou à Metal Motos a customização de uma HD Softail totalmente original.Arthur e a equipe da oficina começaram a pensar na transformação da máquina.

O cliente deixou claro que queria uma máquina funcional, ou seja: que fosse equilibrada e que pudesse ser usada no dia-a-dia e em viagens, além de ser apresentada em eventos e exposições.
Moto Conceito
A Honda lança a DN-01 para o mercado europeu, com um inovador cambio automático e ótima posição de pilotagem, pretende criar um novo conceito de motos automáticas
Alguns preferem o scooter pela praticidade e conforto, outros preferem a esportividade e agilidade da moto.Seria um sonho ter todas essas qualidades num único veículo?
A Honda mostra que não ao anunciar o lançamento da nova DN-01 para o mercado europeu.
Apresentada como moto-conceito no Salão de Tóquio 2005, se destaca por um revolucionário sistema de transmissão automática.
A Honda DN-01, sigla para Novo Sonho (Dream New-01), traz um câmbio que realiza trocas de marcha por um sistema hidráulico. Dois modos de transmissão automática podem ser selecionados: na posição D (Drive, como nos carros) a troca de marchas é efetuada a rotações mais baixas, enquanto na S (Sport) o câmbio aproveita mais o desempenho do motor trocando marchas a giros mais elevados.

A troca também pode ser manual, através de botões situados no punho esquerdo do guidão.
O motor da DN-01 é uma herança da big trail Transalp. Um V2 de 680 cc com 8 válvulas, refrigeração líquida e alimentação por injeção eletrônica. A potência e o torque ainda não foram declarados pelo fabricante, porém se estima algo em torno de 55 cv a 7.500 rpm e 5,6 kgf.m de torque a 5.500 rpm. Com esses números a nova Honda automática deve ultrapassar os 180 km/h.
Conforto
O generoso espaço para piloto e garupa é outra característica da DN-01. Com um largo banco que fica a apenas 690 mm do solo, o centro de gravidade se manteve baixo e facilita a pilotagem por pilotos de menor estatura.
As pedaleiras são do tipo plataforma e ficam ligeiramente avançadas. Essa configuração, com banco baixo e pedaleiras avançadas, confere uma posição de pilotagem semelhante à de um maxi-scooter, onde o corpo é projetado para trás.
Para manter a sensação de segurança e a proteção do vento proporcionada pelo escudo frontal dos scooters, a DN-01 conta com enormes aletas laterais que protegem os joelhos do piloto. Essas aletas incorporam as carenagens laterais, que envolvem o radiador e todo o conjunto óptico numa única peça. Logo ao lado fica o tanque com capacidade para 15 litros.
Se as carenagens têm aparência esportiva, a ciclística faz jus ao design. A DN-01 utiliza aros de 17 polegadas, mesmo diâmetro das motos esportivas. Já os pneus são tão largos que parecem até exagerados: 130/70 na dianteira e 190/70 na traseira. Assim fica fácil absorver as irregularidades do asfalto e viajar com conforto... Isso porque as suspensões têm pouco curso, na frente são 106 mm. Já na traseira é interessante a união da transmissão por eixo cardã ao sistema de suspensão, num único braço.Os freios contam com ABS (antitravamento) e sistema de frenagem combinada, em proporções diferentes, mesmo que somente um deles seja solicitado. Na frente há dois discos de 296 mm com pinça de três pistões e na traseira um disco de 276 mm com pinça de dois pistões. A maior parte dos dados técnicos da moto ainda é mantida em segredo, afinal, as vendas começarão apenas em março.
No entando, as maiores dúvidas são se o novo sistema de câmbio se mostrará prático e confortável como prometido e se este "novo sonho" também se tornará realidade no Brasil.

Deputado ISENTA IPVA

Proposta Para Isentar Motocicletas do Pagamento do IPVA
O deputado estadual Marcio Fernandes (PSDB) apresentou hoje, dia 11, uma emenda aditiva que possibilita a isenção total do IPVA no primeiro ano para quem adquirir motocicletas novas em Mato Grosso do Sul.

Dois Modelos da YAMAHA

A XT 660X completaria a série motard recém-lançada pela XTZ 125 (logo virá a Lander 250) com suas aletas e laterais diferenciadas, aros pretos de 17 polegadas, suspensão dianteira rebaixada de 225 mm para 200 mm e um imponente disco de freio dianteiro de 320 mm, em vez dos 298 mm da XT 660R hoje vendida no Brasil.
Já a muscle bike XJR 1300 é nada menos que a concorrente direta da Honda CB 1300, com o charme do desenho inspirado nas Yamaha da década de 70.

terça-feira, 8 de janeiro de 2008
OCC - Orange County Chopper no Brasil
A grande atração deste ano do Brasília Music Festival foi a presença da família OCC, Orange County Chopper, estiveram presentes Paul Sênior, Paul Junior e Mike, pai e filhos da série de maior audiência do canal pago Discovery.Para marcar sua visita e comemorar os 100 Anos do Arquiteto Oscar Niemeyer, a família OCC, desenvolveu uma “Chopper” exclusiva.
Como sempre a “Chopper” foi temática, o que também gerou um novo episódio para exibição na Discovery.
A moto tem linhas curvas e suaves como todos os prédios da cidade:

Paul Sênior, Paul Junior e Mike, desfilaram na parada de 7 de Setembro, com suas “Choppers”. 

A noite, durante a realização do evento, foram ansiosamente esperados.
Todos ficaram encantados com a simpatia que a família atendeu a todos os pedidos para fotos e autógrafos dos visitantes.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Salão Duas Rodas - SP
Sob o tema "Emoção. O Caminho é por aqui", a Yamaha apresentou, no 9° Salão Duas Rodas, 50 produtos, entre motocicletas, ATVs (Quadriciclos), WaveRunners (Jet-Ski) e motores de popa.
Além de toda linha 2008 com novas cores e grafismos, a Yamaha reservou várias surpresas aos visitantes do evento, foram apresentadas seis novas motocicletas nacionais, cinco modelos que passarão a ser comercializados a partir do lançamento no Salão e um a partir do mês de fevereiro de 2008.
Outras novidades trazidas do Japão são os modelos conceitos, desenvolvidos a partir das experiências vitoriosas on-road do MotoGP e off-road no MX1, a Yamaha desenvolveu um novo conceito, os modelos conceitos "X" desenvolvidos exclusivamente para o Salão, reúnem o melhor do "on" com o melhor do "off", esse conceito representa o estilo das novas motocicletas para uma nova geração.
O conceito "X" foi adotado no novo modelo da XTZ 125 X, lançada oficialmente na exposição.
Ainda no estande da Yamaha estavam expostos os modelos off-road vencedores em diversas provas no Brasil e no Mundo em 2007, veículos personalizados para frotistas e acessórios para vários modelos de motocicletas Yamaha.
Nas áreas externas foram realizados teste drive em modelos off-road de motocicletas e do YFM 250R um novo modelo de quadriciclo da linha de esportivos, além de motocicletas on-road.
O estande da Yamaha do Brasil, no Salão Duas Rodas 2007 foi escolhido o melhor estande, por jornalistas especializados de todo o Brasil, a eleição foi realizada no próprio Salão Duas Rodas.
HONDA do Brasil
A Honda desenvolveu um canal de comunicação especial para apresentar os produtos e atrações do Salão Duas Rodas 2007.
No hotsite http://www.hondasalaoduasrodas.com.br/ é possível navegar pelos estandes interno e externo e obter informações sobre toda a linha nacional e importada, bem como produtos de força e quadriciclo.
Destaque para a GL 1800 Gold Wing com airbag, a motocicleta de competição RC 211V e a R125, a primeira moto da Honda a participar de uma corrida no Brasil, em 1954.O visitante virtual pode conhecer também as atividades interativas da Honda no Salão, como o Quiz POP 100, em que as pessoas assistem um vídeo sobre a motocicleta POP 100 e participa de um jogo com perguntas e respostas.
Além, do Espaço Honda Mundo, que mostra toda a tecnologia empregada em seus produtos, o Espaço Kids, voltado para as crianças aprenderem os conceitos de educação no trânsito e a importância dos materiais recicláveis para a preservação ambiental, e o Simulador de Motovelocidade, na qual o público tem a sensação de estar numa pista de competição.
sábado, 5 de janeiro de 2008
R1 - O Ataque AZUL

A cultuada superesportiva da YAMAHA está totalmente nova, trazendo a experiência das pistas e também as dicas do heptacampeão mundial de motociclismo Valentino Rossi, piloto da categoria MotoGP.
A começar pelo motor, um dos itens mais importantes neste segmento onde desempenho é tudo.
Quando trocou a Honda pela YAMAHA, Valentino Rossi quis que o motor de cinco válvulas por cilindro fosse aposentado. Pedido aceito, a sua YAMAHA de competição adotou quatro válvulas por cilindro.Essa opção chega agora às motos de rua.Solução já utilizada em carros esportivos, chega pela primeira vez em uma moto de série.
Trata-se de um sistema que controla eletronicamente o comprimento do duto de admissão, feito em resina plástica, de acordo com a rotação do motor.
Tudo isso controlado pelo piloto instintivamente, por meio do acelerador sem cabos, agora eletrônico – chamado de ride-by-wire nos carros, e do YCC-T (Acelerador YAMAHA controlado por Chip).
Esse conjunto garante, na YAMAHA R1 2008, maior precisão nas acelerações.Outra novidade é a embreagem anti-bloqueio, tecnologia oriunda das pistas. Sem falar nas entradas de ar mais eficientes, que também contribuíram para melhorar a admissão, e nos escapes que facilitaram a exaustão, etc.
Para quem é prático e gosta de números: o resultado desse novo motor são 5 cv a mais, agora o motor de quatro cilindros em linha da R1 2007 oferece 180 cv a 12.500 rpm – isso sem contar a indução direta de ar que funciona apenas em altas velocidades e faz com que o motor produza 189 cv!
Design
Apesar de não ser muito diferente visualmente, o design da carenagem foi modificado visando maior desempenho. Projetada em um túnel de vento, o novo desenho privilegia a indução direta de ar – espécie de turbo natural que entra em funcionamento quando a moto atinge altas velocidades. Para se ter uma idéia, quando entra em ação essa indução de ar pode gerar mais 9 cv de potência. Daí vêm os 189 cv de potência máxima declarados.
O habitáculo do piloto não sofreu grandes mudanças, mas convenhamos: com tanta novidade por baixo da carenagem, nem precisava.
Esteticamente, os escapamentos estão mais ovalados, melhorando, segundo a fábrica, a exaustão de gases. Lembrando que a superesportiva atende às rígidas leis anti-poluição das normas Euro-3.
A rabeta também mudou, seguindo a tendência atual de separar o suporte de placa e piscas da lanterna traseira.A YAMAHA YZF-R1 já está disponível nas concessionárias YAMAHA apenas na cor azul.
A superesportiva tem um ano de garantia sem limite de quilometragem e preço público sugerido, posto Guarulhos, São Paulo, de US$ 29.181, ao dólar comercial do dia.






